Toda Vez que chego perto, sinto uma vertigem
e eu não sei se pulo
pra sentir o frio na barriga
e o vento batendo no rosto, bagunçando meu cabelo
e 'aquela' sensação de liberdade
ou, se fico ali, só na beira desse abismo
contemplando a beleza do infinito
Por hora, penso em pular
mesmo que, depois, da queda
só me reste a morte, fim de quem ama...
pois, só a sensação de liberdade
e o frio na barriga durante a queda
já me valeriam por uma vida
Mas, por outro lado, se eu pular,
nunca mais sentirei essa vertigem
nunca mais chegarei à beira desse abismo
esses abismo que são os teus olhos... . (fui eu quem fez este poema, lembrando de um certo alguém que reapareceu na minha vida, depois de longos anos...A força da gravidade que faltava pra colocar meus pés no chão ao mesmo tempo em que as pontas dos meus dedos tocam o céu .)
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